CPPANTANAL

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A palestra “Identificação e Classificação de Áreas Úmidas Brasileiras: Bases Científicas para uma Política Nacional” será ministrada pelo Prof Dr. Wolfgang J. Junk no dia 9 de dezembro de 2013, as 15h, no Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP).

Palestra aborda degradação das Áreas Úmidas brasileiras 2

O CPP realiza processo seletivo para vaga de bolsista webmaster 

February 16, 2013 

O Centro de Pesquisa do Pantanal realiza processo de seleção para a vaga de bolsista webmaster com o objetivo de apoiar nas atividades de comunicação do CPP na internet (web), visando atender as necessidades dos projetos que gerencia.

Requisitos para o bolsista

a) Ter graduação em comunicação ou computação ou áreas afins;
b) Ter experiência comprovada de no mínimo 2 anos na produção de sites e comunicação via redes sociais;
c) Ter perfil científico/tecnológico adequado para a finalidade da bolsa;
d) Não acumular a presente bolsa com bolsas concedidas por qualquer agência de fomento nacional;

O candidato deverá apresentar a seguinte documentação: Anexo I devidamente preenchido; Documentos pessoais (RG e CPF); Comprovante de residência atual, Comprovação de escolaridade.

Duração: 12 a 24 meses

Benefícios/mensalidade: R$ 2.186,00. 

Para maiores informações acesse o Termo de Referência .

Na palestra “Identificação e Classificação de Áreas Úmidas Brasileiras: Bases Científicas para uma Política Nacional” , realizada no dia 09 de dezembro de 2013, o cientista renomado Wolfgang J. Junk falou sobre a importância da definição, classificação e proteção das AUs Brasileiras.

O Dr. Junk destacou que grande parte das AUs brasileiras secam completamente durante a época de seca (águas baixas) e são inundadas durante a época chuvosa (cheias). Esta peculiaridade tem que ser levado em consideração na definição e no delineamento das AUs brasileiras, para não perder os múltiplas benefícios, que eles trazem para o meio ambiente e a sociedade.

Segundo ele, as maiores ameaças, porém são: falta de uma legislação específica, baseada no conhecimento científico, que regule sua proteção; falta de uma estrutura hierárquica clara e coerente dos diferentes órgãos executores para a sua implementação e gestão voltada à sustentabilidade; falta de preparo científico e motivação por parte dos tomadores de decisão em reconhecer os diferentes tipos de AUs brasileiras; falta de interlocução destes tomadores de decisão com a comunidade científica.

A palestra contou com a presença do setor governamental, academia (entre eles estudantes e professores), ONGs.

Cientistas redigem documento alertando sobre os impactos no meio ambiente pela falta de definição e proteção das AUs Brasileiras. 

December 14, 2012.

Um grupo de especialistas denominado “Grupo de Peritos em Áreas Úmidas (AUs) Brasileiras” redigiu um documento para ser encaminhado para autoridades e divulgação para toda sociedade apontando sobre a necessidade urgente da definição, classificação e proteção das AUs Brasileiras. O documento mostra que essa é a única maneira de evitar catástrofes ambientais e há necessidade da conscientização da sociedade e governantes sobre essa discussão, pois as AUs são consideradas, para uma parte da população, sem valor econômico e que esses locais devem ser utilizados para a agropecuária, obras civis, privadas, dentre outras. O documento aponta também que é fundamental as discussões na revisão do Código Florestal Brasileiro (CFB).

O documento “Definição e Classificação das Áreas Úmidas (AUs) Brasileiras: Base Científica para uma Nova Política de Proteção e Manejo Sustentável” está disponível na versão completa e na versão resumida.

Domingo, 29 Abril 2018 20:00

MCTI e CPP firmam novo termo de parceria

O Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI e o Centro de Pesquisa do Pantanal – CPP firmaram no dia 28 de dezembro de 2012 o novo Termo de Parceria intitulado “Ciência e Sociedade no Pantanal: Integrando Conhecimentos para a Sustentabilidade Socioambiental.”

Há 10 anos o CPP vem atuando no Pantanal, visando, principalmente, a sustentabilidade sócio-econômica da região. Em novembro de 2012 o CPP realizou um workshop de avaliação das suas três redes – Pesca, Pecuária e Bioprospecção – finalizando oficialmente as atividades do projeto “Consolidação da Rede de Pesquisa sobre os Ecossistemas do Pantanal”.

Como ainda há necessidade de expandir a base de conhecimentos sobre o Pantanal e de continuar a subsidiar a tomada de decisão para o uso sustentável da região, o CPP propôs uma nova parceria ao MCTI para a complementação de alguns projetos e para a introdução de novas ações.

Nos próximos quatro anos o CPP propõe atuar estrategicamente, privilegiando sete componentes:

1)Lei do Pantanal;
2)Uso e Gestão de Recursos Pesqueiros do Pantanal;
3)Agregação de Valor aos Produtos da Pesca e da Pecuária Pantaneira;
4)Rede Municipal de Adaptação e Mitigação às Mudanças Climáticas: Resposta a diferentes Cenários de Mudanças Climáticas (ClimBAP);
5)Capacidade de Suporte e Sustentabilidade do Turismo no Pantanal;
6)Caracterização Ocupacional de Pescadores e Pecuaristas do Município de Poconé na Microrregião do Alto Paraguai;
7)Gestão e Apoio Logístico.

A Aliança EcoÁgua Pantanal, uma iniciativa da The Nature Conservancy (TNC) e do Centro de Pesquisa do Pantanal (CPP), promoveu em Brasília, nos dias 22 e 23 de outubro, e em Cuiabá, 24 e 25, curso sobre os Limites Ambientais de Alteração Hidrológica (ELOHA – Environmental Limits of Hydrologic Alteration).

Rebecca Tharme, cientista sênior da estratégia de Água Doce da TNC foi a facilitadora. Especializada em Ecohidrologia, Avaliação de Vazões Ambientais, Planejamento de Infraestrutura Hídrica e Sistemas de Agricultura de Subsistência em Áreas Úmidas, Tharme atuou em bacias hidrográficas de 19 países na África, Ásia e América Latina, nos últimos 20 anos.

Estes seminários tiveram como objetivo disseminar os conceitos relativos a vazão ambiental e apresentar a ferramenta ELOHA e o conceito de planejamento de infraestruturas de bacias.

A participação nos seminários não foi aberta ao público em geral, tendo sido enviados convites para instituições específicas. O objetivo não era ter um grande número de pessoas, mas conseguir reunir representantes de setores específicos em um seminário que permitisse a discussão das questões relativas a vazões ambientais e os limites das alterações hidrológicas.

A realização do I CONBRAU buscou homenagear os 10 anos do CPP

O I CONBRAU com o tema “Água, Alimento, Energia, no presente e no futuro” teve início no dia 7 de agosto de 2012, com uma pré-programação de workshops sobre as hidrelétricas e a Lei do Pantanal (projeto de Lei 750/2011). Durante os dias 08, 09 e 10 de agosto foram realizadas 42 palestras, com destaque para os três ciclos de debate abertos ao público que encerraram cada dia de discussão. O evento contou com cerca de 500 participantes incluindo pesquisadores de destaque nacional e internacional, acadêmicos de diferentes estados da federação, representantes governamentais, empresários e diversos setores da sociedade.

“Os nossos resultados foram extremamente positivos. Apesar da greve nas instituições federais, onde se concentra a maior parte das pesquisas do país, o público compareceu e participou ativamente durante toda a programação”, comemora o coordenador geral do evento, Paulo Teixeira de Sousa Junior. Ele destaca ainda que a meta de inscrições estabelecida de 500 pessoas foi alcançada e que o Congresso teve uma ótima repercussão. “Tendo em vista que foi o primeiro evento desse âmbito onde a região não tinha a cultura de discussões sobre o tema, não poderia ter sido mais positivo. Tenho certeza que isso se repetira por muitas e muitas vezes”, concluiu o coordenador.

O presidente da Comissão Organizadora, Pierre Girardi também comemorou o sucesso do evento e informou que todo o material do Congresso será disponibilizado pelo site www.pantanalmais10.org.br. “Colocamos ao acesso público uma discussão científica e isso foi uma inovação!”, disse Pierre.

Reinaldo Lourival, Coordenador Geral de Ecossistemas do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI, elogiou a realização do I CONBRAU. “A participação e integração de acadêmicos e cientistas foi muito importante, além da diversidade de tópicos bastante interessantes e o envolvimento de pessoas de outras regiões compartilhando experiências sobre as áreas úmidas”. Ele disse ainda que a apresentação dos pôsteres teve qualidade e um bom padrão de apresentação. “O I CONBRAU foi um sucesso e certamente os próximos serão ainda mais”, destacou.

Paralelamente às palestras foi realizada uma feira com o objetivo de criar um ambiente interativo entre as empresas das diversas áreas e as Instituições de pesquisa com foco no estudo das AUs.

As sessões de pôsteres reuniram 205 publicações que foram agrupadas em diferentes temáticas relacionadas com as Áreas Úmidas, onde foram expostos importantes resultados de pesquisas

O Centro de Pesquisa do Pantanal – CPP, coordenado pelo professor doutor Paulo Teixeira de Sousa Junior, realizou a reunião de avaliação das suas três Redes: Pantaneira de Bioprospecção, Pesca e Sustentabilidade da Pecuária no Pantanal. As reuniões ocorreram de 28 a 30 de novembro, em Chapada dos Guimarães MT, com a participação de pesquisadores, cientistas, representantes do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação – MCTI e de diversas instituições parceiras do CPP.

“Agregando valor a Biodiversidade de Mato Grosso: Avaliação do potencial químico farmacológico de espécies nativas do pantanal mato-grossense e entorno”, projeto coordenado por Paulo Teixeira, foi apresentado por meio dos módulos de estudos fitoquímico e farmacológico. O subprojeto “Avaliação de plantas medicinais do Pantanal usadas para Antiúlcera e anti-inflamatório”, foi apresentado pelo pesquisador Domingos Tabajara de Oliveira Martins da Universidade Federal do Mato Grosso – UFMT, que dentre os objetivos constam: avaliar a toxicidade in vivo e in vitro de extratos de plantas medicinais usadas como antiiúlceras e antiinflamatórias, das espécies Calophyllum brasiliense (Camb.); Echinodorus macrophyllus (Kunth); eDilodendron bipinnatum Radik, conhecidas popularmente por: Guanandi, Chapéu-de-couro e Mulher Pobre, respectivamente.

Tabajara disse que atualmente estão desenvolvendo estudos farmacológicos pré- clínicos com as três plantas citadas acima com objetivo de produzir fitoterápicos e/ou fitofármicos. “Os estudos químicos e farmacológicos estão avançados e os mecanismos de ação apontam para produtos com potencial inovador para uso como antiinflamatório e no tratamento de úlcera gástrica. Os resultados obtidos até agora são animadores e exigem parcerias publicas e/ou privadas para desenvolvimento de fitoterápicos de baixo custo com menos efeitos colaterais do que os fármacos sintéticos.”, informou o pesquisador.

De acordo com a apresentação de Tabajara o projeto também tem impacto social e visa valorizar a cultura local e o conhecimento popular, a fixação das pessoas no campo, geração de renda e movimentar a cadeia produtiva que vai desde o cultivo até a indústria, envolvendo pessoas em diferentes etapas, a exemplo da comercialização, preparação dos extratos, dentre outros.

Tabajara contou que em Poconé, município pantaneiro mato-grossense, está em implantação uma ‘Farmácia Viva’, que integra o programa Etno-fitos`, no âmbito do Programa da Saúde da Família – PSF. “No distrito de Nossa Senhora do Chumbo fizemos o ‘Horto Medicinal’ e no ‘Sesc Poconé’ o Viveiro Medicinal com produção e distribuição gratuita para a população de mudas

Etapa presencial final do programa de VIAM do projeto Sinergia: versão preliminar da carta de Sinergia, adaptações para a bacia do Rio Paraguai

No último encontro do projeto Sinergia, realizado nos dias 8 e 9 de março de 2012, em Guarulhos /SP, representantes do setor privado, de governos e da sociedade civil colaboraram na revisão e posterior ranqueamento das recomendações de adaptação mais prioritárias e exequíveis para a bacia do Rio Paraguai, frente às iminentes mudanças climáticas. De fato, um representante do governo paraguaio teve de cancelar sua participação em decorrência do surgimento de problemas de segurança alimentar causados por seca prolongada naquele país.

Trabalhando em grupos temáticos (agropecuária, saúde e cidades, florestas e biodiversidade, e recursos hídricos e energia), os participantes revisaram as vulnerabilidades anteriormente mencionadas, bem como as adaptações sugeridas para cada uma delas. Após esta revisão, os participantes elencaram oito recomendações em cada tema (32 no total).

Depois, em plenária, todos os participantes votaram nas oito mais prioritárias, considerando toda a bacia hidrográfica. Somados os votos, as cinco recomendações mais votadas em cada tema foram selecionadas para constarem na agenda (carta) que começou a ser redigida na reunião, e que será entregue aos tomadores de decisão atuantes na bacia.

Algumas das primeiras 32 adaptações recomendadas possuem caráter transversal, aplicando-se em mais de um dos temas, como por exemplo o incentivo ao ordenamento territorial.

O CPP torna público, que fará realizara seleção e contratação de 1 (um) profissional para atuar na função de Auxiliar Financeiro, visando atender as diversas demandas do projeto que é gerenciado pela OSCIP.

Perfil Profissional

Profissional proativo, dinâmico e dotado de disposição e iniciativa, organizado, pontual, com aptidões na área financeira, comercial e com conhecimentos em informática, aptidão para atuar no setor de compras, contato diário com fornecedores para aquisições de produtos para laboratório, aquisição de bens de capital bem como demais necessidades dos projetos de pesquisa. Capaz de coordenar as atividades do setor de contas a pagar, visando à pontualidade no pagamento dos compromissos financeiros da OSCIP, classificar documentos, efetuar lançamentos e conciliações de contas de despesas e receitas, identificando e providenciando os ajustes necessários. Executar e auxiliar nas tarefas de rotina de controle das contas a pagar e a receber, visando o controle de documentos e outros compromissos junto a assessoria contábil. Ser graduado ou estar cursando os cursos de Administração ou Ciências Contábeis, experiência comprovada de no mínimo 12 meses em rotinas financeiras, como contas a pagar, lançamento de pagamentos diários, apuração de rendimento financeiro, conciliação bancária em planilhas de excel ou similar, relatórios financeiros de acompanhamento e auxílio junto a assessoria contábil da OSCIP.

O prazo para envio dos currículos e documentos pessoais será até o dia 16 de dezembro de 2015 via e-mail ou entregue das 08h00 às 12h00 e das 14h00 às 18h00 na sede do CPP, sito a Rua Dois, n°. 497 – Sala 02 – Bairro Boa Esperança – Cuiabá-MT. O endereço eletrônico para envio dos currículos é Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Para maiores informações acesse o documento abaixo:

TERMO DE REFERÊNCIA Número 541/INAU/CPP/2015

Restrito

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Centro de Pesquisa do Pantanal

Rua Dois, N.º 497, Sala 02, Bairro Boa Esperança

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Telefones: + 55 (65)3627-1887

Email: gestao.cpp@gmail.com

Sobre nós

O Centro de Pesquisa do Pantanal – CPP – é uma organização independente, com enfoque humanista e sem fins lucrativos. Seu propósito maior é a promoção da cidadania, que no século XXI, tem na questão ambiental seu ponto chave.

Funcionando em estrutura de rede, o CPP está fortemente calcado em parcerias governamentais e não governamentais dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, contando também com o apoio de setores do governo federal.