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A conceituada revista científica PLOS BIOLOGY divulgou em artigo publicado em 16/10/2020 a lista dos cem mil cientistas mais influentes no mundo, em todas as áreas do saber. Foram consideradas as publicações e os seus impactos (medidos por diversos índices) ao longo de toda a carreira dos cientistas utilizando-se a base de dados Scopus®,em um universo que contém mais de setenta milhões de registros.

Dentre os primeiros cem mil cientistas selecionados, duzentos e cinquenta atuam em instituições brasileiras. O líder científico do INCT-Áreas Úmidas (INAU), Prof. Dr W. J. Junk, está no primeiro tercil da lista dos cem mil, ou seja, entre os 30% mais influentes no mundo, segundo a avaliação. Se considerarmos somente os duzentos e cinquenta cientistas atuando em instituições brasileiras que constam da lista, o Prof. Junk ocupa a 41ª posição, estando entre os 16% mais influentes.

Essa é uma ótima notícia para a UFMT - instituição sede do INCT-Áreas Úmidas (INAU) - que no dia 10 de dezembro p.f. estará comemorando o seu jubileu de ouro e que há muito vem se dedicando a estudos sobre a conservação e o uso sustentável de áreas úmidas (AUs), com destaque ao Pantanal. Dentre as relevantes contribuições recentes do Prof. Junk e colaboradores, no âmbito do INAU/UFMT, destacamos o “Sistema de Classificação e Delineamento das Áreas Úmidas e de seusMacrohabitats” (http://cppantanal.org.br//2018/images/publicacoes/E-book-Classificacao-e-Delineamento-das-AUs-min.pdf - acesso em 19/11/2020), importante ferramenta para a subsidiar a gestão de AUs, que foi recomendada pelo Conselho Nacional de Zonas Úmidas do Ministério do Meio Ambiente (Portaria n.º 445/2018), tendo sido adotado, com modificações, também na Colômbia.

O trabalho para a recuperação da tragédia ambiental ocorrida neste ano no Pantanal será longo, mas é bom sabermos que temos entre nós cientistas de alto gabarito que em muito poderão auxiliar.

Prof. Dr Paulo Teixeira de Sousa Jr
Coordenador INCT-Áreas Úmidas (INAU)
Coordenador Centro de Pesquisas do Pantanal

Sexta, 30 Outubro 2020 09:27

Queimadas no Pantanal

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De que maneira o uso do Sensoriamento Remoto é capaz de mapear, avaliar e monitorar a restauração da cobertura vegetal em áreas queimadas e degradadas?

As queimadas intensificaram ainda mais a crise no setor do turismo que já vinha amargando perdas financeiras com a pandemia.

O Centro de Pesquisa do Pantanal e o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia de Áreas Úmidas têm reunido especialistas e promovido uma série de Lives para discutir a atual situação e o futuro da maior planície alagada do mundo. Nessa quinta-feira(22), será debatido o Papel  das Políticas Públicas para a Preservação do Pantanal. O encontro virtual acontece às 14h30 (horário de Mato Grosso), e será transmitido pelo facebook: cppantanal.

Visando fomentar o diálogo e o posicionamento diante dos acontecimentos que assolam o Bioma Pantanal, o CPP, INAU, WI e MUPAN assinam conjuntamente documentos com informações técnicas, além de ações efetivas para a prevenção e combate as queimadas ocorrentes.

Clique aqui e faça download do artigo na íntegra ...

Eliana Paixão - Dieffenbachia picta
Doutora em Ecologia e Conservação da Biodiversidade
Universidade Federal de Mato Grosso-Cuiabá
Lab. Dendroecologia do Biomas do Centro-Oeste Brasileiro
Pesquisadora INCT-Áreas Úmidas (INAU)

Terça, 28 Janeiro 2020 00:00

Dia Mundial de Áreas Úmidas

Escrito por

No dia 2 de fevereiro de 2020 comemoramos o Dia Mundial de Áreas Úmidas (AUs).

A comemoração do Dia Mundial de AUs tem por finalidade estimular a realização de ações e atividades que chamem a atenção da sociedade para a importância dessas áreas.

Confira a programação e participe desta data tão importante!

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O Centro de Pesquisa do Pantanal – CPP – é uma organização independente, com enfoque humanista e sem fins lucrativos. Seu propósito maior é a promoção da cidadania, que no século XXI, tem na questão ambiental seu ponto chave.

Funcionando em estrutura de rede, o CPP está fortemente calcado em parcerias governamentais e não governamentais dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul, contando também com o apoio de setores do governo federal.